28 de dez. de 2013

Cuidado menina.

Olha que sentimento louco esse ciume hein?! Cuidado menina! Sabes que não é medo de perder, medo de ser trocada, pois acreditas que o que os une é algo maior. É apenas um sentimento ruim de falar e não ser escutada, de perder o ~poder~ que outrora tinha, é só sentir que não adianta mais dizer “não gosto” por que a cada dia os indivíduos do não gostar se aproximam mais. Não é ser possessivo, ser mandão, ser dono. É respeitar a presença e os desejos do outro e querer respeito. O que seria feito se os lugares fossem invertidos? Qual sentimento seria demonstrado pelo outro? Sabes que ele pode não perceber, mas que quando ele diz “Não gostei” você aceita e tenta não fazer de novo, agora se quem diz isso é você parece que só falta ele chamar o outro ser para o chá das cinco.
Sabes que a culpa desta neura toda é sua,da sua baixa autoestima, mas porque ele não pode ter parcela de culpa também? Por que não pode te agradar? Só dizer “se você quiser eu paro” não resolve.

Olha menina, toma cuidado com o que procura, pode encontrar mesmo sem querer. Toma conta desse ciúme, deixa de “achismos” e cuida dele. Cuida pra que ele não encontre tempo sem você (mesmo sabendo que ele sempre acha uma brecha), cuida pra que esse ciume não se exceda e você acabe sem nada, nem mesmo o ciúme.

8 de dez. de 2013

Largar tudo

As frustrações são tantas e tão grandes que dá vontade de jogar tudo pro ar, de desistir e acomodar com a vida que vai seguindo. As dores não são apenas emocionais e psicológicas, são físicas e são difíceis de carregar. Remédios, médicos, exames, tudo parece perda de tempo, essas coisas não vão retirar de vez a dor, não vão dar fim àquelas conversas inacabadas, não vão fazer com que as pessoas das quais mais precisamos prestem atenção na gente, não vão acabar com o choro a noite e a sensação de impotência diante do seu próprio destino. Você começa a não saber mais o que fazer, não ter certeza de que suas decisões são as melhores para você e para as outras pessoas. A vontade é dar um fim em todas as coisas, mesmo aquelas que pareciam tão boas e certas antigamente. Parar de prender as pessoas, parar de se prender a elas. Deixar que tudo fique livre para organizar pensamentos e desejos. Viver e decidir a própria vida não deveria ser tão difícil assim. Falta coragem pra não ligar pros outros (aqueles outros que tomam decisões e fazem coisas o tempo todo sem pensar em você, mas que você sempre leva em consideração até mesmo nos detalhes que nem afetariam eles). O desejo era que coragem vendesse em frasco, com dosagem certa para cada tipo de problema, que estivesse ali em gotas ou comprimidos na hora que batesse o medo.

20 de nov. de 2013

Maldita rotina





O que irrita não é a falta de atenção, é a pessoa dizer ‘to aqui’ e na verdade não estar; é ela querer ser companheira, mas só quando ela precisa; ela ter tempo, mas só quando convém a ela. Não é que eu não tenha meus momentos de estar tão mal a ponto de querer que o mundo se exploda se for pra eu ter mais cinco minutinhos na cama, claro que fico assim, claro que sou chata, sou mal educada, não dou total atenção e muitas outras coisas, mas se eu me comprometer vou fazer o impossível para não magoar, não atrasar, não ignorar. Na correria do dia a dia é difícil se comprometer com algo/alguém, principalmente aquilo que já temos a longa data, aquelas coisas que já nos acostumamos e achamos que ~tem obrigação~ de continuar igual independente do tempo que dedicamos. Mas funciona assim: quando você se compromete, não tem desculpa, não tem rotina difícil, nada, nada pode te fazer colocar em segundo plano algo que a principio era importante. Todos têm problemas, todos têm defeitos, todos têm rotinas loucas e difíceis, só não vale usar isso de desculpa para deixar de lado aquele que mais precisa de você em alguns momentos.



Nobody said it was easy (Coldplay)

18 de jul. de 2013

Remember...

Lembranças são uma coisa absurda né?! Sinto saudades de gente que preferia nem ter conhecido e nem lembro de gente que deveria ter marcado minha vida. É estranho pegar anotações, conversas, fotos e cadernos antigos e ficar imaginando “Mas quem é fulano?”, “Quando foi isso?”, na mesma proporção que é estranho ouvir o toque de uma musica e lembrar um ano inteiro da sua vida com todos os detalhes. É engraçado o efeito que as lembranças tem na nossa mente, fazem você  querer voltar no tempo e tentar mudar algo, mas também fazem você perceber que se voltasse com certeza faria tudo igual.

“Fazer tudo igual” porque na verdade o que importa mesmo é que foram criadas as memórias, não queremos saber se sofremos na época e sim se aprendemos com isso, tanto faz se o amor eram palavras da boca pra fora, o importante é que agora o peso de cada palavra será considerado, e o amor de verdade não vai passar despercebido, não importa a quantidade de risos e sim o valor que aprendemos a dar às pessoas que os proporcionaram.


“You have stolen my heart...” – (Stolen - Dashboard Confessional)

3 de jan. de 2013

Acabou


E 2012 foi embora, finalmente!

Ano difícil demais, muita coisa ruim aconteceu, muita vontade de jogar tudo pro ar e sair por ai andando sem destino. Pessoas decepcionaram, me decepcionei comigo e, a maioria das vezes, nada saiu como planejado, mas sei que não foi por falta de dedicação, foi apenas por que não era o momento.